Até ao século XVII, as práticas alimentares da aristocracia europeia são sensivelmente idênticas. Os mesmos pratos,os mesmos serviços,quer na corte dos Reis de França,quer à mesa de um príncipe de um Land do Santo Império Romano Germânico ou ainda nos castelos dos nossos nobres de província.
Esta estabilidade das práticas alimentares, foi alterada com o aparecimento do garfo que nos chega de Veneza e de Florença na bagagem de Catarina de Médicis. Contudo, o seu uso só se tornará sistemático a partir da moda dos cabeções e das golas pregueadas que se desenvolve no reinado de Henrique III, de 1574 a 1589. Considera-se então mais cómodo, para as pessoas não se sujarem, utilizar um garfo.
Fonte: "História da Cozinha e dos Cozinheiros" de Edmond Neirinck e Jean-Pierre Poulain
segunda-feira, 27 de abril de 2009
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E eu estou de acordo!! Comer com a mão deveria ser muito incomodo, muito sujo e além disso os cabeções e as golas pregueadas deveriam ficar uma desgraça... aí está porque foi nessa altura que optaram pelos garfos!! Abençoados cabeções! Obrigada Golgas pelos ensinamentos
ResponderEliminarDesculpa, não assinei, M.Amélia
ResponderEliminarObrigao Maga continua a comentar e a participar.
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